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Chuva de estrelas das Leónidas

15 Nov 2012 - 16h10 - 864 caracteres

Na madrugada do próximo dia 17 a Terra atravessa o rasto espacial de uma das passagens pelo sistema solar do cometa Tempel-Tuttle, que tem um período orbital de 33 anos. Este cruzamento das órbitas celeste origina o que se designa por chuva de estrelas das Leónidas, pelo radiante se referenciar à constelação de Leão. O fenómeno deve-se à entrada na atmosfera terrestre de pequenos pedaços de rocha e gelo, resquícios da passagem do cometa referido, que se sublimam e incendeiam devido ao atrito com a atmosfera. O pico da chuva de meteoros das Leónidas este ano será menos espectacular do que em outros anos: aguardam-se, previsivelmente, uns 15 meteoros por hora vísiveis em locais com céu muito escuro, em contraste com outros anos como 2002 em que se observaram milhares de estrelas cadentes por hora!

 

 

António Piedade

Ciência na Imprensa Regional – Ciência Viva


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António Piedade

António Piedade é Bioquímico e Comunicador de Ciência. Publicou mais 500 artigos e crónicas de divulgação científica na imprensa portuguesa e 20 artigos em revistas científicas internacionais. É autor de sete livros de divulgação de ciência: "Íris Científica" (Mar da Palavra, 2005 - Plano Nacional de Leitura),"Caminhos de Ciência" com prefácio de Carlos Fiolhais (Imprensa Universidade de Coimbra, 2011), "Silêncio Prodigioso" (Ed. autor, 2012), "Íris Científica 2" (Ed. autor, 2014), "Diálogos com Ciência" (Ed. autor, 2015) prefaciado por Carlos Fiolhais, "Íris Científica 3" (Ed. autor, 2016), "Íris Científica 4" (Ed. autor, 2017).


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